Seguidores

Mostrando postagens com marcador 9° ANO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 9° ANO. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de setembro de 2012

BASQUETEBOL: PENSANDO ESTRATÉGIAS DE JOGO



 Pensar em estratégia de jogo tanto no basquetebol quanto em outra modalidade é pensar na organização da equipe em quadra, seja na forma defensiva e(ou) ofensiva, visando buscar meios para alcançar o ponto ou impedir que o adversário o faça.
Com base na ideia de se estabelecer uma organização das equipes em quadra vamos experimentar estabelecer objetivos básicos e claros para a ação de cada jogador durante o jogo, por exemplo:

  • Um jogador deverá levar a bola da defesa para o ataque;
  • Dois deverão acompanhar o ataque para receber os passes e, se possível, arremessar de longa distância;
  • Dois deverão posicionar-se mais próximo da cesta para tentar os arremessos mais curtos e disputar rebotes.
  • Durante a defesa os jogadores trabalharão primeiramente a marcação individual e posteriormente, quando solicitado, marcação por zona.

Obs.: Na marcação individual cada jogador de uma equipe deverá escolher um jogador da equipe adversária para marcar;
 Na marcação por zona todos os defensores marcam uma parte (ou zona) da quadra. Devem escolher uma área próxima à sua cesta para defender e combinar com os seus companheiros de equipe onde cada um vai marcar.

Posições e funções básicas dos jogadores em quadra

Armador ou armador-organizador -- Conduzir a bola e organizar o ataque.

Armador-arremessador, segundo-armador ou ala-armador -- Auxiliar na organização do ataque, na condução da bola e nos arremessos distantes da cesta.
Ala ou ala menor -- Arremessos de longa e média distância, e tentativas de invadir o garrafão.
Ala maior, ala de força, ala-pivô ou pivô de cima -- Arremessos mais próximos ao garrafão, disputa de rebotes;
Pivô --  Arremessos dentro do garrafão, disputa de rebotes.

Atividade de casa

Busque informações sobre sistema defensivo e ofensivo no basquete. Faça comentários e desenhos esquemáticos que permitam a visualização e compreensão dos sistemas que você encontrou.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

FUNDAMENTOS TÉCNICOS DO HANDEBOL E SUAS CARACTERÍSTICAS


Em qualquer esporte quando se fala em fundamentos técnicos nos referimos aos movimentos básicos da modalidade os quais uma pessoa precisa se apropriar ou aprender para ter condições de jogar.
Se observarmos, todas as modalidades esportivas possuem fundamentos técnicos sendo que, em algumas, o nome e a função de muitos fundamentos são comuns mudando somente a forma de realizá-lo.
No handebol temos como fundamentos técnicos: o passe, a recepção, a empunhadura, o arremesso, a progressão, o drible e a finta. Vamos agora entender o que é e para que é utilizado cada um deles no handebol.

Passe: é a ação de enviar a bola ao companheiro de forma que ele consiga recebê-la para executar outra ação. Um bom passe pode colocar o companheiro em condições favoráveis de arremessar em direção ao gol adversário.







Recepção: é a ação de receber a bola, amortecer e reter a bola de forma adequada. A boa execução deste fundamento depende muito da forma como a bola foi passada, ou seja, da execução do passe.


Empunhadura: é a forma de segurar a bola do handebol com uma das mãos. Na empunhadura os cinco dedos da mão permanecem bem afastados entre si e a palma fica ligeiramente côncava. 







Arremesso: é o fundamento sempre realizado em direção à meta adversária na tentativa de realizar o gol. 















Progressão: São as formas utilizadas para poder se deslocar na quadra durante o jogo quando  se está de posse da bola. Pode ser realizada, por exemplo, por meio do drible.


  

Drible: No handebol é o movimento de bater a bola contra o solo com uma das mãos estando o jogador parado ou em movimento. O drible permite ao jogador deslocar-se estando com a posse da bola. 






Fintas: São mudanças de direção realizadas pelo jogador atacante que, estando de posse de bola, procura evitar a ação do defensor.










Atividade

Existem variações ou diferentes formas de executar muitos dos fundamentos que foram apresentados. Faça um estudo sobre os fundamentos técnicos do handebol procurando informações sobre as variações existentes para a execução de cada um deles.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

UM PASSEIO PELA HISTÓRIA DO HANDEBOL


O Handebol (handball) é um esporte excitante. Para muitos uma boa combinação de características do basquetebol com o futebol. Joga-se com as mãos numa quadra onde atira-se uma bola especial contra um gol, protegido por um goleiro, como no futebol. De acordo com a história, jogou-se handebol pela primeira vez em 1895, mas a primeira partida internacional foi em 1935, entre Suíça e Dinamarca.

No início, como aconteceu em outros esportes, o handebol surge com características especiais bem diferentes do handebol que conhecemos hoje. Jogava-se com onze jogadores por equipe, com regras iguais às do futebol e ao ar livre. E foi assim que o handebol foi admitido nos jogos Olímpicos de 1936, em Berlim, pois os alemães são tidos como os inventores do handebol de campo e conseguiram inclui-lo na competição que promoveram, conquistando o 1° lugar, com Áustria ficando em 2° lugar e a Suíça em 3°. O curioso é que o handebol só voltou aos jogos olímpicos em 1972, na mesma Alemanha, mas em recinto fechado, com sete jogadores de cada lado. Em 1976 o handebol feminino foi admitido nos jogos e não mais saiu do calendário olímpico.

A técnica do handebol no decorrer da história evoluiu muito. É preciso passar bem a bola, surpreendendo o adversário com deslocamentos rápidos e execução de passes buscando companheiros desmarcados. Há sistemas desenvolvidos para atacar e defender, existindo também maneiras diferentes de arremessar para o gol.
Ao assistirmos a um jogo de handebol observaremos que as ações dos jogadores são bem rápidas sendo que ambas as equipes buscam conquistar o gol arremessando a bola contra a meta adversária.

Embora seja um esporte internacionalmente praticado, presente nas Olimpíadas de 1936 e constando do programa olímpico desde 1972, o handebol ainda é pouco conhecido e difundido no Brasil.
Quase não aparece na televisão, não é transmitido/noticiado por rádio e ocupa pouco espaço nos cadernos de esportes dos principais jornais. Sua prática ainda está em grande parte restrita às escolas, em especial às aulas de Educação Física, e alguns clubes.
Dada a dificuldade de encontrarmos espaços que propiciem o aprendizado o handebol, devemos aproveitar as aulas de Educação Física na escola para aprender a jogar o handebol, tendo assim a oportunidade de diferenciar as práticas corporais de lazer e esportes que conhecemos. 


Referências:
 
DUARTE, Orlando. História dos Esportes. 4° ed. Senac São Paulo. 2003.

DARIDO, Suraya Cristina et al. Para Ensinar Educação Física: Possibilidades de Intervenção na Escola. Campinas SP. Papirus 2007.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Movimento: O significado e a importância da linguagem corporal dentro do contexto social


A linguagem corporal  se refere a todas as nossas expressões por meio dos movimentos, posturas ou gestos que se façam com as diferentes partes do corpo.
Conseguimos nos comunicar por meio dos sinais e gestos do próprio corpo. O nosso corpo fala por meio das mais variadas expressões corporais que realizamos.
A partir desta ideia podemos dizer que os gestos e movimentos fazem parte dos recursos de comunicação que o ser humano utiliza para expressar suas emoções e sua personalidade, comunicar-se interpessoalmente e transmitir informações.
Antes mesmo de comunicarem-se por meio das palavras, os seres humanos já se comunicavam por meio do movimento do corpo o qual sente; expressa-se e movimenta-se. Em outras palavras, como dito anteriormente, podemos dizer que o corpo fala.
Movimentos corporais como as expressões faciais; os movimentos que compõem uma coreografia de dança bem como os movimentos das modalidades esportivas podem ser entendidos como portadores de significado (o que é?) e sentido (para que serve?). 
Partido deste entendimento a comunicação pode ser otimizada, ou seja, melhorada e potencializada à medida que vivênciamos, aprendemos e compreendemos o que está contido nas manifestações corporais.
Não podemos esquecer que a transmissão e compreensão de uma ideia dependerá da capacidade de arranjos e repertório de movimentos que um sujeito possui. Assim, quanto maior for o repertório mais rico tende a ser a possibilidade de expressão e comunicação.
Sendo assim, nas aulas de Educação Física temos a possibilidade de enriquecer nosso repertório de movimento nos apropriando dos vários elementos históricos que compõem a Cultura Corporal, sejam eles os jogos, os esportes, a dança, a ginástica, as lutas, dentre outros.  
Quando estes elementos não nos são ensinados ou quanto não nos dispomos a querer aprendê-los estamos na verdade deixando de nos apropriar de parte do conhecimento produzido pela humanidade. Deixando inclusive de conhecer o nosso próprio corpo; seus limites e suas possibilidades.

Para que você possa melhor compreender a importância do movimento enquanto possibilidade de expressão e comunicação assista a reportagem a seguir que traz a dança contemporânea como um exemplo do que estamos discutindo.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

COMO O CORPO SE ADAPTA AO EXERCÍCIO

O corpo humano é projetado para a ação. Os grupos musculares longos, os tendões e os ligamentos permitem que os braços e as pernas realizem uma ampla variedade de esforços e atividades, enquanto o cérebro coordena a liberação de sangue, oxigênio e "combustível" do coração e dos pulmões. Todos os vários sistemas do corpo se comunicam entre si pelas vias químicas e nervosas para assegurar uma coordenação precisa da atividade. Quanto mais esses sistemas são utilizados, mais o exercício torna-se fácil e prazeroso. Em contraste, a falta de movimento acarreta uma debilidade e uma má condição. A seguir estaremos discutindo os principais efeitos da prática de exercícios para o corpo humano.

Efeitos do Exercícios Sobre o Corpo

Durante um exercício aeróbico realizado por 30 a 45 minutos, a frequência respiratória aumenta aproximadamente três vezes acima da frequência de repouso, enquanto a quantidade de ar que penetra nos pulmões é 20 vezes maior. A frequência cardíaca duplica ou triplica, o volume de sangue bombeado pelo coração aumenta quatro a seis vezes e o oxigênio consumido pelos músculos do corpo que estão trabalhando aumenta mais de 10 vezes acima dos níveis de repouso. Essas alterações súbitas e temporárias das funções orgânicas causadas pelo exercício são denominadas de respostas agudas ao exercício e desaparecem logo após o termino do mesmo. 
Se as sessões de exercícios aeróbicos forem continuadas quase que diariamente e, pelo menos, por várias semanas, as funções orgânicas começam a se modificar tanto durante o repouso quanto durante o exercício. A frequência cardíaca de repouso diminui 10 a 30 batimentos por minuto e durante qualquer esforço especifico ao longo do exercício, o coração bate mais lentamente porque se torna uma bomba mais eficiente. O coração exercitado pode bombear mais sangue em cada batimento e os pulmões podem ventilar mais ar quando solicitados em exercícios de maior intensidade. O resultado é que mais oxigênio é liberado aos músculos, permitindo que eles queimem ais combustível e produzam mais energia para o exercício. O  VO2 máximo, a maior quantidade de oxigênio que pode ser consumida pelo corpo no ponto de esforço máximo, aumenta acentuadamente. Os músculos se tornam mais eficientes no armazenamento e na queima de gorduras e carboidratos. 
A figura abaixo resume a íntima ligação entre ventilação, circulação e metabolismo. Os indivíduos treinados apresentam aumento em cada área, como os pulmões, coração e vasos sanguíneos, e os músculos se adaptam para aumentar a liberação de oxigênio e a produção de energia para o desempenho durante os exercícios.

















Essas alterações persistentes na estrutura e nas funções do corpo após o treinamento com exercícios regulares são denominadas de adaptações crônicas ao exercício - alterações essas que permitem que o corpo responda mais facilmente ao exercício. Muitas dessas alterações ocorrem rapidamente. Por exemplo, entre a primeira e terceira semana de prática de exercícios aeróbicos podem ser verificadas melhorias significativas do VO2 max, da frequência cardíaca de repouso e durante o exercício e da ventilação pulmonar. Algumas das adaptações aos exercícios aeróbicos levam mais tempo para ocorrer. Por exemplo, o aumento do número de capilares sanguíneos (os menores vasos sanguíneos) nos músculos podem levar meses ou anos.  

O Coração 
A maior diferença entre indivíduos treinados e com resistência e os não-treinados é a dimensão do volume sistólico (quantidade de sangue bombeado pelo coração em cada batimento). Com a prática de exercícios, o coração se torna maior e mais forte. Como resultado, a frequência cardíaca de repouso é mais lenta nos indivíduos treinados, enquanto durante o exercício um determinado débito cardíaco (quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto) pode ser atingido com uma frequência cardíaca menor. A consequência é que pessoas treinadas podem correr, nadar ou pedalar mais rapidamente e por um tempo maior porque seu coração é capaz de produzir um débito cardíaco maior, liberando mais oxigênio para os músculos que estão trabalhando. 
Com a prática regular de exercícios o coração se torna maior e mais forte. De fato, uma das diferenças mais importantes entre indivíduos treinados e os não treinados é o tamanho do coração e sua capacidade de bombear sangue durante o exercício. Durante um certo tempo, acreditou-se que o aumento do tamanho do coração fosse prejudicial à saúde. Atualmente, ele é reconhecido como uma alteração benéfica e normal que ocorre com a prática regular de exercícios aeróbicos. 
O ventrículo esquerdo, que bombeia o sangue do coração para o corpo, sofre o maior aumento de volume. Isso significa que o coração exercitado e maior bombeia mais sangue por batimento (possui um volume sistólico maior). Por exemplo, enquanto pessoas sedentárias apresentam volumes sistólicos de aproximadamente 60 mililitros, os dos atletas geralmente são superiores a 100 mililitros.
O volume sistólico maior permite que o coração bata mais lentamente, ou seja,  "trabalhe menos" e com maior eficiência. Maiores aumentos são possíveis se forem aumentadas a intensidade e a duração do treinamento. Muitos dos melhores atletas de resistência apresentam frequências cardíacas inferiores a 40 batimentos por minuto. Por exemplo, Miguel Indurain, um dos melhores ciclistas da história, apresentava uma frequência cardíaca de repouso de 28 batimentos por minuto.
A frequência cardíaca durante o exercício aumenta em proporção direta ao nível da intensidade do exercício. A frequência cardíaca máxima é a maior frequência cardíaca que pode ser mensurada no ponto de exaustão durante um esforço máximo. Uma estimativa grosseira da frequência cardíaca máxima de um indivíduo é obtida subtraindo-se sua idade de 220. Por exemplo, estima-se que uma pessoa de 40 anos de idade deve possuir uma frequência cardíaca máxima de 180 batimentos por minuto (220 - 40 = 180). É recomendado que as pessoas pratiquem exercícios entre 60 a 90 por cento de sua frequência cardíaca máxima para obter um efeito benéfico para seu sistema cardiorrespiratório. 
aerobicamente podem extrair e utilizar oxigênio numa taxa maior do que fazem os músculos não treinados. Portanto, o VO2 max observado entre os indivíduos treinados é maior devido principalmente a dois fatores: maior débito cardíaco e maior extração de oxigênio pelas células musculares.  

Os Pulmões 
  Conforme aumenta a intensidade dos exercícios, maiores quantidades de ar devem ser levados aos pulmões para fornecer oxigênio para os músculos que estiverem em atividade. Os pulmões captam o ar e passam o oxigênio para o sangue por meio de cerca de 300 milhões de pequenos "sacos aéreos" conhecidos como alvéolos. O dióxido de carbono que é produzido no corpo também é trocado e eliminado no ar exterior. 
Uma vez que o ar comum é composto por somente 21 por cento de oxigênio, os pulmões devem captar grandes quantidades de ar durante o exercício para fornece oxigênio suficiente para os músculos que estão trabalhando.
Durante um exercício pesado, o consumo de oxigênio pelo organismo aumenta 10 a 20 vezes, ou até mais, dependendo do nível de aptidão física do indivíduo. Atletas de resistência altamente treinados podem apresentar taxas de ventilação pulmonar máxima superior a 240 litros por minuto, o dobro da taxa observada em pessoas não treinadas. Quanto mais treinada for a pessoa, mais ar ela pode levar aos pulmões no exercício máximo -  uma grande vantagem quando o objetivo é o desempenho máximo. 
Em repouso, uma pessoa normal respira 12 vezes por minuto, inspirando meio litro de ar por respiração ou seis litros por minuto. Durante o exercício máximo, a frequência de respiração em atletas é de aproximadamente 55 a 60 respirações por minuto, com ais de três litros sendo inspirados em cada respiração. Pessoas não treinadas não conseguem respirar tão rapidamente ou inspirar essa quantidade de ar por respiração. Vale ressaltar que o corpo treinado é mais eficiente no que se refere ao transporte e à utilização de oxigênio, de forma que é necessário uma menor quantidade de ar por unidade de oxigênio consumido. Isso fornece uma reserva de ventilação que pode ser utilizada num esforço aeróbico maior. 

Os Músculos Esqueléticos
Embora o coração pareça ser o fator limitante durante os exercícios aeróbicos intensos, conforme as semanas passam e as alterações ocorrem no sistema cardiorrespiratório, um maior aumento no VO2 máx. torna-se cada vez mais dependente das alterações que ocorrem nos próprios músculos. Os músculos aerobicamente treinados possuem mais capilares, combustíveis (carboidrato ou glicogênio e gordura), mitocôndrias (componentes energéticos das celulas) e enzimas produtoras de energia e mioglobina (que armazena e transporta o oxigênio do sangue para as mitocôndrias). A prática de exercícios aeróbicos aumenta principalmente o volume de fibras musculares de contração lenta, enquanto exercícios de força aumentam o volume das fibras de contração rápida. As pessoas nascem om uma certa proporção de fibras musculares de contração lenta e fibras de contração rápida, sendo que os exercícios as alteram muito pouco. 
Em resposta ao treinamento aeróbico regular, muitas adaptações significativas ocorrem nas células musculares dentre elas, como já comentado,  os músculos aumenta sua capacidade de armazenar e queimar combustível de forma eficiente. Os músculos especialmente tornam-se hábeis em queimar gordura como combustível. Isso é importante porque a gordura é mais abundante do que os carboidratos. Embora haja um maior consumo de oxigênio para queimar a gordura transformando-a em energia durante um exercício aeróbico, a pessoa treinada pode suprir o oxigênio extra, conservando o glicogênio muscular que apresenta um suprimento menor e é útil durante os estágios posterior de exercícios de longa resistência. 
Exercícios aeróbicos, como corrida de longa distância, ciclismo e natação, dependem das células musculares denominadas fibras de contração lenta. Os músculos com uma grande porcentagem dessas fibras são mais escuros do que aqueles constituídos por fibras de contração rápida (que são importantes nos saltos, corridas de velocidade e levantamento de pesos). 
Com a prática regular de exercícios aeróbicos, as fibras de contração lenta aumentam de volume. Entretanto, vale lembrar que a maioria dos estudos demonstram que os treinamentos de resistência não alteram apreciavelmente as porcentagens (quantidade) de fibras musculares de contração lenta e de contração rápida. Cada pessoa nasce com uma certa proporção dessa fibras e pouco pode ser feito para alterar isso. Os atletas de resistência usualmente possuem uma grande proporção de fibras de contração lenta, enquanto os corredores de velocidade possuem uma grande proporção de fibras de contração rápida. Eles nascem com essas proporções elevadas e então treinam intensamente, durante anos, para desenvolver o volume dessas fibras musculares.

Referência:
NIEMAN, David C. Exercício e saúde, São Paulo: Manole, 1999.

Assistindo os vídeos a seguir, sobre o Sistema Respiratório, será possível visualizar e melhor compreender a inter-relação entre sistema cardiorrespiratório e musculoesquelético na a realização de exercício físico.